segunda-feira, 30 de novembro de 2015

LÍNGUA MATEMÁTICA E LÍNGUA MATERNA

A utilização de atividades lúdicas na Matemática e de materiais concretos é totalmente relacionada ao desenvolvimento cognitivo da criança. Aprender matemática não é só mexer com números, mas também desenvolver a leitura e a compreensão.
Nós aprendemos a língua materna ainda quando criança, desde quando nos ensinam a falar, já a língua matemática nós aprendemos quando nos apresentam os símbolos que se relacionam segundo algumas regras, tanto a matemática, quanto a língua portuguesa que é a nossa materna são importantes para a nossa formação, hoje muitos professores se utilizam da interdisciplinaridade para ajudar a sanar as dificuldades de aprendizagem dos seus alunos, e trabalhar matemática e português juntos é de fundamental importância para o desenvolvimento das crianças.
Para o aluno compreender a matemática é necessário que ele tenha uma boa leitura e interpretação, ele tem que conseguir ler a ordem de um exercício e extrair dele as informações necessárias para sua resolução, por isso a língua matemática e a língua materna tem que caminhar juntas, deve-se ter uma integração entre elas. Os professores têm que além de se auxiliar da língua materna, também precisam trabalhar inserindo a matemática à realidade do aluno, pois é uma disciplina muito importante nas nossas relações sociais, porque, por exemplo, precisamos da língua materna e da matemática para uma simples ida ao supermercado ou a uma padaria, já que é necessário lermos rótulos, e calcularmos os preços. Estimular o raciocínio lógico de nossas crianças é ajuda-las a se orientar e decidir frente a inúmeras opções, a não serem passadas para traz e a serem mais conscientes e espertas.  

domingo, 20 de setembro de 2015

Plano de aula - Teatro

       Olá pessoal, em mais uma etapa do meu curso de Pedagogia, venho hoje compartilhar com vocês um plano de aula que eu fiz para a disciplina Arte Educação, espero que gostem.

PLANO DE AULA


Título: Teatro, como é bom se soltar.


Objetivo: Trabalhar a expressão corporal, a atenção e a cooperação, bem como deixar os alunos mais soltos e menos tímidos.

Público alvo: Alunos do 4º e 5º anos do ensino fundamental.

Material: DVD player com vídeo que contém as mais variadas expressões e uma corda.

Desenvolvimento: Em um primeiro momento os alunos ficaram sentados no chão da sala, que já esta preparada para a aula, pois as carteiras já estão todas dispostas ao fundo, então passarei um vídeo onde os alunos vão assistir algumas das várias expressões existentes, já em um segundo momento dividirei a turma em dois grupos e irei sugerir que brinquemos de cabo de guerra, mas pedindo para que os alunos prestem muita atenção na expressão que os colegas irão fazer no ato da brincadeira, logo após vou propor fazer a mesma brincadeira, mas sem a corda, os alunos representarão a brincadeira, simulando a força, as expressões de dificuldades, alegrias, observarão os movimentos do corpo, cada aluno ira cooperar com o outro até o final da representação que acabará sem vencedor no jogo, mas com os alunos todos mais soltos e bem menos tímidos e concluiremos com uma roda de conversa sobre o que podemos tirar de proveito da atividade e qual a importância do teatro para eles.

Avaliação: A avaliação será feita pela observação do envolvimento de cada aluno na atividade, o respeito tido com os colegas e com o professor durante todo o período da aula e em análise aos itens levantados na roda de conversa do final da aula.


sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Variações Linguísticas


A Língua Portuguesa é uma língua de alto grau de diversidade causada pela grandeza de nosso Brasil, as variedades linguísticas são muitas devido à diversidade das culturas regionais, ou seja, a língua se modifica em cada região. A variedade linguística não deve ser vista como uma forma de discriminação, não se deve decretar o que é o certo ou o errado, as diferenças entre a língua falada e escrita precisam ser aceitas, os preconceitos devem ser derrotados.

Produzi uma historia em quadrinhos onde as gírias de São Paulo estão muito presentes, espero que gostem.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Múltiplas linguagens da Infância – Linguagens oral e visual

Atividade:
Descobrindo o livro e o prazer em ouvir histórias.

Objetivo(s) 
·         Criar o hábito de escutar histórias.
·         Favorecer momentos de prazer em grupo.
·         Enriquecer o imaginário infantil.
·         Favorecer o contato com textos de qualidade literária.
·         Valorizar o livro como fonte de entretenimento e conhecimento.

 Para crianças de até 1 ano 
·         Dirigir-se aos livros por meio de falas, gestos, balbucios (gritinhos, sorrisos, vocalizações, entre outros) e expressões faciais.
·         Imitar sons com base na fala do educador.
·         Estabelecer situações comunicativas significativas com adultos e outras crianças do grupo.
·         Reconhecer o livro como portador de história, manifestando prazer ao explorá-lo e ao ser convidado pelo professor para escutar o que será lido.
·         Ouvir o professor com progressiva atenção.

Para crianças de até 3 anos 
·         Ampliar repertório de palavras e histórias conhecidas.
·         Construir frases e narrativas com base nas conversas sobre os livros.
·         Entreter-se com leituras mais longas participando atentamente.
·         Reconhecer e nomear alguns livros.
·         Manipular o livro, folheando as páginas e fazendo referências às imagens.
·         Cuidar do livro e valorizá-lo.
·         Imitar o adulto lendo histórias.

Tempo estimado 
Todos os dias

Material necessário 
·         Livros de literatura
·         Almofadas
·         Bebês-conforto

Desenvolvimento 
1ª etapa 
O trabalho começa com a sua preparação. Selecione livros com textos bem elaborados e ilustrações de qualidade. As histórias devem ter estruturas textuais repetitivas que favorecem a compreensão e a memorização. Programe-se para disponibilizar os livros em diferentes momentos da rotina. Promova conversas sobre eles fazendo perguntas e descrições, destacando os personagens e retomando as partes que as crianças consideram mais queridas. Após apresentar um livro novo, repita a leitura dele várias vezes para que a turma possa se apropriar da narração, memorizar partes da história e interagir com seu conteúdo. Alterne, na semana, a leitura de histórias repetidas e a introdução de novas. Esteja sempre atento às iniciativas das crianças e responda a elas por meio da fala, de gestos e de expressões faciais. Sempre promova conversas entre as crianças sobre o que foi lido.
2ª etapa 
Leia o livro para conhecer bem a história. Treine a entonação e a fluência da leitura lendo em voz alta para si mesmo antes de apresentá-lo aos pequenos. Prepare o espaço para que todos fiquem confortáveis. Eles podem deitar-se entre almofadas, sentar-se em roda ou no bebê-conforto. É importante que todos consigam ver o livro. Apresente-o para o grupo destacando as informações da capa (título, ilustração, nome do autor, ilustrador etc.). Faça uma breve apresentação da história despertando o interesse em escutá-la. Leia de forma fiel ao texto e vá mostrando as ilustrações conforme lê. No fim, converse com as crianças sobre a história: pergunte se e do que gostaram, volte às partes comentadas, mostre novamente as ilustrações e deixe que elas explorem o livro.
3ª etapa 
Leia a mesma história nos outros dias observando sempre o interesse do grupo. Observe se solicitam a leitura do livro. Sempre que for iniciar a atividade, cuide do espaço garantindo que este seja sempre um momento confortável e prazeroso. Mostre o livro às crianças e pergunte se lembram da história: pergunte sobre o título, os personagens e os acontecimentos que lembram. Só então conte novamente a história. Essa atividade pode ocorrer em média três vezes na semana.
4ª etapa 
Prepare-se para a apresentação de um novo livro realizando os mesmos procedimentos relatados na atividade 1. Inicie conversando com as crianças sobre aquele que já conhecem. Conte que irá apresentar uma nova obra que tem uma história diferente. Repita o que foi destacado anteriormente durante a leitura e a conversa sobre a história

Avaliação 
Verifique se as crianças ficam atentas a sua fala e às ilustrações. Veja se conseguem comentar a história com os colegas e se respondem às perguntas feitas sobre um livro já conhecido. Observe se conseguem se lembrar se algum título conhecido quando perguntado.

Referência Bibliográfica:



sexta-feira, 29 de maio de 2015

Conheça as 20 metas do Plano Nacional da Educação

Conheça as 20 metas do Plano Nacional de Educação
Por iG São Paulo | 03/06/2013 15:24

Projeto em análise no Congresso traça objetivos para o ensino no Brasil até 2020
Em análise no Congresso desde 2011, o Plano Nacional da Educação (PNE) traça objetivos e metas para o ensino no País em todos os níveis (infantil, básico e superior) para serem cumpridos até 2020. A meta mais polêmica é a 20, que trata do percentual do PIB que deve ser investido em educação. Para garantir o que chama de "revolução no ensino" e o cumprimento desta meta, a presidente enviou ao Congresso, paralelamente, um outro projeto para destinar  100% dos royalties do petróleo e recursos do pré-sal em educação.

Saiba o que prevê o PNE:
Meta 1
Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de quatro a cinco anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em creches de forma a atender, no mínimo, 50% das crianças de até três anos até o final da vigência deste PNE.
Meta 2
Universalizar o ensino fundamental de nove anos para toda a população de seis a 14 anos e garantir que pelo menos 95% dos alunos concluam essa etapa na idade recomendada, até o último ano de vigência deste PNE.
Meta 3
Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até o final do período de vigência deste PNE, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85%.
Meta 4
Universalizar, para a população de quatro a 17 anos, o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na rede regular de ensino.
Meta 5
Alfabetizar todas as crianças, no máximo, até os oito anos de idade, durante os primeiros cinco anos de vigência do plano; no máximo, até os sete anos de idade, do sexto ao nono ano de vigência do plano; e até o final dos seis anos de idade, a partir do décimo ano de vigência do plano.
Meta 6
Oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% dos alunos da educação básica.
Meta 7
Fomentar a qualidade da educação básica em todas as etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem de modo a atingir as seguintes médias nacionais para o Ideb.:
Ideb
2015
2017
2019
2021
Anos iniciais do ensino fundamental
5,2
5,5
5,7
6
Anos finais do ensino fundamental
4,7
5
5,2
5,5
Ensino médio
4,3
4,7
5
5,2

Meta 8
Elevar a escolaridade média da população de 18 a 29 anos, de modo a alcançar no mínimo 12 anos de estudo no último ano de vigência deste Plano, para as populações do campo, da região de menor escolaridade no País e dos 25% mais pobres, e igualar a escolaridade média entre negros e não negros declarados à Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE.)
Meta 9
Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5% até 2015 e, até o final da vigência deste PNE, erradicar o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional.
Meta 10
Oferecer, no mínimo, 25% das matrículas de educação de jovens e adultos, na forma integrada à educação profissional, nos ensinos fundamental e médio.
Meta 11
Triplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta e pelo menos 50% de gratuidade na expansão de vagas.
Meta 12
Elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurando a qualidade da oferta.
Meta 13
Elevar a qualidade da educação superior e ampliar a proporção de mestres e doutores do corpo docente em efetivo exercício no conjunto do sistema de educação superior para 75%, sendo, do total, no mínimo, 35% de doutores.
Meta 14
Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu, de modo a atingir a titulação anual de 60 mil mestres e 25 mil doutores.
Meta 15
Garantir, em regime de colaboração entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios, no prazo de um ano de vigência deste PNE, política nacional de formação dos profissionais da educação de que tratam os incisos I, II e III do art. 61 da Lei nº 9.394/1996, assegurando-lhes a devida formação inicial, nos termos da legislação, e formação continuada em nível superior de graduação e pós-graduação, gratuita e na respectiva área de atuação.
Meta 16
Formar, até o último ano de vigência deste PNE, 50% dos professores que atuam na educação básica em curso de pós-graduação stricto ou lato sensu em sua área de atuação, e garantir que os profissionais da educação básica tenham acesso à formação continuada, considerando as necessidades e contextos dos vários sistemas de ensino.
Meta 17
Valorizar os profissionais do magistério das redes públicas de educação básica de forma a equiparar seu rendimento médio ao dos demais profissionais com escolaridade equivalente, até o final do sexto ano de vigência deste PNE.
Meta 18
Assegurar, no prazo de dois anos, a existência de planos de carreira para os profissionais da educação básica e superior pública de todos os sistemas de ensino e, para o plano de carreira dos profissionais da educação básica pública, tomar como referência o piso salarial nacional profissional, definido em lei federal, nos termos do inciso VIII do art. 206 da Constituição Federal.
Meta 19
Garantir, em leis específicas aprovadas no âmbito da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, a efetivação da gestão democrática na educação básica e superior pública, informada pela prevalência de decisões colegiadas nos órgãos dos sistemas de ensino e nas instituições de educação, e forma de acesso às funções de direção que conjuguem mérito e desempenho à participação das comunidades escolar e acadêmica, observada a autonomia federativa e das universidades.
Meta 20
Ampliar o investimento público em educação de forma a atingir, no mínimo, o patamar de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) do País no quinto ano de vigência desta Lei e, no mínimo, o equivalente a 10% do PIB no final do decênio.

Referência Bibliográfica