quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Diário das leituras e fichamentos para elaboração de um artigo científico

Chegou a hora, já estou no último ano do curso de Pedagogia e agora chegou, o tão temido TCC, ao longo curso foram muitas leituras, muitos temas abordados, optei pela área da Educação Ambiental para fazer meu trabalho de conclusão de curso, haja visto que este tema é de fundamental importância para uma sociedade mais consciente e é plantando uma sementinha desde a educação infantil que poderemos contribuir para uma sociedade mais sustentável, mais educada e mais consciente.
Sempre procuro fazer anotações de tudo que eu leio e também de todas as ideias que tenho, faço uma ficha no computador e vou arquivando todas as informações que considero importantes. Já conclui um primeiro artigo com o tema: A educação Ambiental: Um paradigma educacional, para chegar ao resultado deste artigo, eu li algumas referências que tratam também deste assunto, fiz um fichamento, utilizando um pouquinho de cada tipo, como o bibliográfico, o temático, as citações e o de opinião, depois comecei a redigir meu artigo me fazendo valer das referencias e dos conhecimentos adquiridos por mim desde o inicio do curso de Pedagogia e também dos adquiridos com a minha primeira formação em Geografia, é claro que as dificuldades são muitas e o medo de fugir do tema e do objetivo do artigo sempre ronda.
O fichamento é um facilitador para a execução dos trabalhos, é mais uma ferramenta, pois conseguir concluir um trabalho de conclusão de curso não é uma tarefa fácil.
Para realizar o artigo, depois de ter um tema, eu pensei em uma problematizarão, comecei me questionar sobre a importância deste trabalho, que público gostaria de atingir e assim fui levantando hipóteses, justifiquei o porque do trabalho, fiz o levantamento dos objetivos e comecei a fundamentação teórica, com todos estes itens prontos eu montei o artigo com um resumo, uma introdução e fiz logo após um texto corrido englobando tudo que já havia relatado antes.
O trabalho só esta começando, mas com muita disciplina e fé que Deus irá me dar forças, eu vou conseguir concluir com louvor meu TCC e meu curso de Pedagogia.

Referência Bibliográfica

http://ead.uemg.br/mod/url/view.php?id=21809 Acesso em 22/02/2017 ás 14:00

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Memórias da infância relativas ao brincar

Minha infância foi muito feliz, eu brincava muito, sempre pratiquei esportes e tive muitos amigos. Há alguns anos atrás nós tínhamos uma liberdade para brincar na rua que a crianças de hoje não tem, devido à criminalidade que aumentou muito.
Na rua eram muitas as brincadeiras, brincávamos de pique, de bandeirinha, de queimada, pulávamos corda, na varanda de casa eu sempre brincava de bonecas e de elástico com minhas colegas, minha mãe sempre levava meu irmão e eu na pracinha ai brincávamos com uma areia branquinha que tinha em toda a praça, era muito bom.
Eu brinco que eu aprendi a nadar até antes de andar, porque meus pais já me colocaram na natação muito nova, meu pai sempre trabalhou com esportes, então ele não me deixava de fora, me levava a vários jogos e competições, eu não só fazia natação, mas competia, fui para várias cidades e ganhei algumas medalhas, nossa eu gostava muito disso. O professor que me ensinou a nadar era bombeiro e me acompanhou por muitos anos, infelizmente ele foi transferido para outra cidade e a despedida foi muito triste para todos os alunos dele. Logo após tive mais dois professores/treinadores, muito bom e carinhos por sinal.
Fiz aula de dança (Jazz) até fiz algumas apresentações, sempre gostei de dançar, aprendi andar de bicicleta em volta do campo do clube onde sou sócia e depois comecei a andar de bicicleta na praça e na rua com minhas colegas.
Na roça dentre várias brincadeiras a que eu mais gostava era de escorregar sentada em papelão ou em umas folhas de palmeira morro abaixo, o ruim era só subir de volta, kkkkk.
Na escola lembro bem da minha ansiedade para ir no parquinho, íamos somente uma vez por semana e quando não dava para ir eu ficar super triste, brincava também com macinha e cubos de madeiras pintadas, já na 5ª serie (6º ano hoje) começaram as aulas de educação física, eu era muito aplicada e sempre fazia tudo que o professor pedia, nesta fase do ensino fundamental me destaquei jogando Handebol, os professores de Educação Física que tive eram muito competentes e incentivadores. Depois das aulas chegava em casa almoçava, ajudava minha mãe, fazia minhas tarefas de escola e corria para o clube para brincar, a gente ia crescendo e algumas brincadeiras mudavam também, na adolescência brincava muito de peteca, queimada, pique cantinho na piscina e jogava baralho. É triste saber que hoje as crianças não tem liberdade para brincar na rua e também quase não são incentivadas a nada, a não ser ficar vidradas aos aparelhos eletrônicos.

Tem momentos que eu me pergunto por que não escolhi Educação Física como formação, já que sempre fui muito ativa, hoje em dia o tempo é bem mais curto, as obrigações de adulto são muitas, mas sempre tento fazer alguma atividade, atualmente faço aula de dança duas vezes na semana.

domingo, 9 de outubro de 2016

Medidas de Comprimento, área, volume, capacidade e massa.


Analisando Charges

Temos abaixo 3 situações diferentes, retradadas através de charges sobre a iniciação dos alunos com medidas de comprimento, área, volume entre outros. Faço uma análise pessoal sobre elas para o curso de Pedagogia – UEMG, proposto pela disciplina de Conteúdos e Metodologias da Matemática II. 

Charge 1-
Nos deparamos com várias situações onde usamos as grandezas e medidas, mas muitas vezes nem damos conta, na Charge o professor propõe que os alunos meçam uma mesa com os recursos que os mesmos tem em sala. Bom, as réguas e trenas, por exemplo, são instrumentos adequados e convencionais usados para medir a largura e comprimento de objetos, mas temos também instrumentos não convencionais, como um sapato que foi o instrumento escolhido. Esta atividade é importante para que os alunos compreendam melhor que medir é comparar grandezas, as atividades práticas desperta curiosidade nos alunos. A charge mostra que os alunos logo pensam no sapato para medir, mas também percebem que os sapatos não tem o mesmo tamanho, os alunos nesta situação compara os sapatos, a professora deve sempre mediar à situação, ensinando-os a relação e diferença entre as medidas, para que decidam, por exemplo, usar somente o sapato do mesmo tamanho, tendo uma medição que de um resultado correto, existe uma interação entre os alunos que acabam aprendendo juntos as unidades de medidas.

Charge 2-
Desde a Educação Infantil, os alunos já aprendem matemática, introduzir capacidade e volume é uma constante que nas próximas series serão aprofundadas, nesta charge utilizam-se alguns instrumentos de capacidade e volume, como copos, jarra e balança e usando estes instrumentos, principalmente o copo, os alunos conseguem assimilar e compreender a capacidade de um recipiente, as aulas práticas são grandes aliadas para o professor, pois os alunos compreendem melhor os conteúdos fazendo comparações e trocando experiências.

Charge 3-
         
           Nesta 3ª charge tem uma situação onde os alunos terão noções de espaço e eles têm que partir de um ponto, no caso a biblioteca e chegar a outro, a escola, cada aluno ensina uma maneira para que o Pedro chegue à escola, Eles observam que não tem uma resposta exata, pois o trajeto da biblioteca até a escola pode ser diferente, o que também vai ocasionar um tempo e uma quilometragem diferente, esta é uma atividade que estimula os alunos a pensar e cria uma grande interação entre eles, quando as crianças são estimuladas elas criam uma representação do espaço e aprendem a se orientar, utilizam muitas vezes pontos de referência para se localizar.

Referências Bibliográficas:

UEMG – EAD. Material de apoio – Unidade III. Disponível em: http://ead.uemg.br/mod/page/view.php?id=19482  Acesso em 08/10/16.




sábado, 27 de agosto de 2016

SORTEIO DAS LETRAS

JOGO EDUCATIVO
CONTEÚDO DA CAIXA
·         1 saco de TNT com 109 letras do alfabeto.
·         1 dado.
·         2 painéis de papel A4 (para formar as palavras encima) .
·         1 folha com dicas de palavras.
INSTRUÇÕES DO JOGO
·         Participantes = 2 - Indicado para crianças acima de 6 anos. 
·         Cada jogador deverá jogar o dado, quem obter o maior número começa jogando.
·         Iniciando o jogo, o jogador deve novamente jogar o dado para saber quantas letras poderá sortear do saco.
·         Agora o 2º jogador também pode jogar o dado para saber quantas letras tirar.
·         O vencedor será aquele que conseguir formar 3 palavras primeiro.
OBS.: Existe uma folha com dicas de palavras, mas os participantes podem formar suas próprias palavras.
 OBJETIVO DO JOGO
       O jogo tem por objetivo estimular o raciocínio e atenção das crianças, trabalhar a consciência fonológica, leitura e escrita . Por ser lúdico o jogo chama mais a atenção das crianças e até dos adultos, tornando - se uma alfabetização divertida.
IMAGENS


 

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Aula Presencial sobre Planejamento Educacional do curso de Pedagogia EAD – UEMG – Polo Ubá

Em um curso a distância, a disciplina e responsabilidade são de fundamental importância, as relações alunos/alunos e professores/alunos se dão pelas redes sociais, o contato pessoal acontece nos encontros presenciais, estes encontros geralmente acontecem no final de cada disciplina para uma avaliação presencial e para uma aula sobre uma ou mais futuras disciplinas a serem estudadas, foi o caso do dia 30 de abril de 2016, onde recebemos a professora Gláucia Soares Barbosa, que nos apresentou seu plano de ensino sobre a disciplina Planejamento Educacional, como seriam as formas de avaliação, os objetivos da disciplina, ainda relacionou a disciplina com o nosso dia a dia em sala de aula. A professora destacou as diferenças entre um planejamento, um plano de aula, um plano de ensino e destacou o tema Pedagogia de projetos, na ocasião ela nos mostrou um projeto próprio que foi elaborado quando ainda era uma estudante do curso de pedagogia, projeto este que ela elaborou com a participação dos alunos de uma escola particular onde estagiava. Os projetos são montados de acordo com os conteúdos do planejamento anual da referida turma, é uma forma de trabalhar a meu ver, mais leve e interessante, pois um bom projeto pode em muito despertar o interesse das crianças.
Gostei muito de conhecer e aprender com esta disciplina, pois ela me aproxima cada vez mais de uma sala de aula, do dia a dia escolar, ela nos mostrou o quanto é importante um bom planejamento, um bom plano de ensino e consequentemente de aula, o que deixa o professor mais seguro e preparado e os alunos com mais interesse.
Eu já atuo na área da educação lecionando Geografia para o ensino fundamental II e ensino médio, já tudo que se refere ao ensino fundamental I é novo para mim, mas esta questão de elaboração de planejamentos e planos já é uma constante no meu ano escolar, já trabalhei com projetos e gosto, pois consigo assim uma maior aproximação dos alunos. Com o curso de Pedagogia estou aprendendo cada vez mais e aperfeiçoando mais o meu trabalho de hoje.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

PEDAGOGIA HOSPITALAR

A pedagogia é uma área de conhecimento muito ampla, hoje não temos pedagogos somente dentro das escolas, mas também em espaços não escolares, são vários os campos de atuação de um pedagogo, ele pode optar por uma pedagogia social, empresarial, hospitalar, esta última é uma que muito me encanta, porque se trata de pedagogos que levam além de conhecimento para as crianças e adolescentes, levam também muito amor.
Muitos cursos são oferecidos ao profissional que se interessa em atuar nos hospitais, já que é importante que ele tenha conhecimentos diversificados e recursos adequados para atender às dificuldades e limitações impostas no seu dia a dia, tudo tem que ser levado em conta, deve se ter uma compreensão do comportamento humano, saber como desenvolver as potencialidades das crianças e adolescentes, considerando possíveis limitações físicas e motoras, além das implicações sociais, afetivas e emocionais normalmente presentes em situações de enfermidade, adoecimento e internação.  O pedagogo que atua neste setor deve além de desenvolves ações educacionais para estas crianças e adolescentes, também devem saber lidar com as perdas e a elaboração dos lutos nas situações de doenças, acidentes, limitações físicas e sensoriais.
O pedagogo vai aproximar os estudantes hospitalizados com os materiais concretos, como os livros, como os brinquedos presentes nas brinquedotecas hospitalares, o que irá auxiliar muito na reabilitação da criança, além de prevenir o fracasso escolar que é gerado pelo afastamento da rotina escolar.
A pedagogia hospitalar vem abrindo um grande espaço nos hospitais de todo Brasil, ela busca oferecer assessoria, atendimento emocional e humanístico tanto para o paciente como para a família que esta aflita e insegura, principalmente quando crianças ou jovens ficam internados por um longo período perdendo aulas, sendo assim o pedagogo prepara o conteúdo e, dentro do próprio hospital, realiza as atividades propostas de forma adequada a cada paciente, para que o fato de estarem hospitalizadas não seja ainda mais doloroso e acabe prejudicando tanto sua saúde quanto seus estudos.
A prática do pedagogo se dá através de várias atividades lúdicas e recreativas como a arte de contar histórias, brincadeiras, jogos, dramatização, desenhos e pinturas, é essencial que se de a continuação dos estudos no hospital. A educação esta presente em todos os momentos de nossas vidas, no hospital as crianças tem apoio de médicos para acompanhar o tratamento da doença e tem do pedagogo a oportunidade de aprender enquanto estão em tratamento. A principal meta do pedagogo é transmitir o máximo de conhecimento que puder ser adquirido enquanto a criança estiver em uma condição que a impossibilita de ir até uma escola formal, dando a ela a oportunidade de aprender, criar, descobrir e redescobrir o sentido, forma e cores da educação e também do mundo.
Referências Bibliográficas:
UEMG- EAD. A PEDAGOGIA EM ESPAÇOS NÃO-ESCOLARES. Disponível em http://ead.uemg.br/mod/resource/view.php?id=15443. Acesso em 27 de abril de 2016.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

LÍNGUA MATEMÁTICA E LÍNGUA MATERNA

A utilização de atividades lúdicas na Matemática e de materiais concretos é totalmente relacionada ao desenvolvimento cognitivo da criança. Aprender matemática não é só mexer com números, mas também desenvolver a leitura e a compreensão.
Nós aprendemos a língua materna ainda quando criança, desde quando nos ensinam a falar, já a língua matemática nós aprendemos quando nos apresentam os símbolos que se relacionam segundo algumas regras, tanto a matemática, quanto a língua portuguesa que é a nossa materna são importantes para a nossa formação, hoje muitos professores se utilizam da interdisciplinaridade para ajudar a sanar as dificuldades de aprendizagem dos seus alunos, e trabalhar matemática e português juntos é de fundamental importância para o desenvolvimento das crianças.
Para o aluno compreender a matemática é necessário que ele tenha uma boa leitura e interpretação, ele tem que conseguir ler a ordem de um exercício e extrair dele as informações necessárias para sua resolução, por isso a língua matemática e a língua materna tem que caminhar juntas, deve-se ter uma integração entre elas. Os professores têm que além de se auxiliar da língua materna, também precisam trabalhar inserindo a matemática à realidade do aluno, pois é uma disciplina muito importante nas nossas relações sociais, porque, por exemplo, precisamos da língua materna e da matemática para uma simples ida ao supermercado ou a uma padaria, já que é necessário lermos rótulos, e calcularmos os preços. Estimular o raciocínio lógico de nossas crianças é ajuda-las a se orientar e decidir frente a inúmeras opções, a não serem passadas para traz e a serem mais conscientes e espertas.